Periódico de Acesso Aberto
0.5
Indexada na
SCOPUS
B2
2021-2024
quadriênio
Planejamento e Meio Ambiente | v. 14 n. 1 (2026)
Informações do autor
Engenheiro Químico com doutorado em Ciências Ambientais, mestrado em Engenharia Ambiental e mais de 10 anos de experiência profissional e 4 em docência universitária. Possui conhecimentos em: (1) tratamento de águas e efluentes, (2) gestão de orçamentos e planos de trabalho, (3) conhecimento e uso de plataformas acadêmicas virtuais para gestão da pesquisa, por exemplo, gestores bibliográficos, softwares estatísticos, VOSviewer, Bibliometrix, entre outros.
Publicado em fevereiro 15, 2026
A urbanização e a mudança do uso do solo impõem pressões crescentes sobre os serviços ecossistêmicos e tensionam o planejamento urbano e regional, o que dificulta decisões baseadas em evidências comparáveis entre territórios. O objetivo geral foi descrever e analisar quantitativamente a evolução da pesquisa sobre urbanização, mudança do uso do solo e serviços ecossistêmicos no planejamento urbano e regional. Aplicou-se cartografia bibliométrica com enfoque quantitativo, exploratório, longitudinal e retrospectivo, a partir de uma busca reprodutível na base Scopus executada em 23 de janeiro de 2026, sem restrição de idioma ou período. As análises foram conduzidas nos softwares Bibliometrix e VOSviewer, com aplicação das leis de Lotka e Bradford e do método RPYS. O corpus reuniu 676 documentos publicados entre 2007 e 2026, distribuídos em 214 fontes, com crescimento anual de 11,19%, 2.685 autores, média de 4,51 coautores por documento e 32,69% de coautoria internacional. O período de 2022 a 2025 concentrou 57,5% das publicações, e o ano de 2025 alcançou 146 artigos. A China liderou a produção com 320 documentos, e oito periódicos concentraram 33,6% do total. A média de citações foi de 31,34 por documento, com idade média de 4,68 anos. O mapa temático posicionou os serviços ecossistêmicos como eixo articulador do campo e evidenciou frentes recentes em sensoriamento remoto, modelagem de cenários e clima urbano. Conclui-se que o campo apresenta maturidade operativa, elevada colaboração e rápida consolidação temática, com demanda por padronização de métricas para fortalecer sua tradução em decisões de ordenamento territorial e resiliência urbana.
