Sociabilidade de espécies nativas da Mata Atlântica com a exótica invasora Megathyrsus maximus (Jacq.) B.K.Simon & S.W.L.Jacobs

Daniel Oliveira Reis, Diego de Andrade Mendonça, Josias Gomes Junior, Juliano Ricardo Fabricante

Resumo


DOI

O processo de invasão biológica ocorre quando uma espécie exótica é introduzida em um ecossistema ao qual não pertence, se adapta e passa a provocar mudanças no mesmo, passando a se chamar de espécie exótica invasora. Os impactos causados pelas espécies exóticas invasoras (aquelas que causam as invasões biológicas), já foram apontados e discutidos em diversos estudos. Assim, o objetivo do presente estudo foi de avaliar a sociabilidade de espécies da Mata Atlântica com a exótica invasora Megathyrsus maximus (Jacq.) B.K.Simon & S.W.L.Jacobs, buscando nortear programas de controle e recuperação de áreas invadidas pelo táxon. Foram plotadas 20 parcelas de 1m² cada, em sítios com a ocorrência de M. maximus. Todos as espécies de porte herbáceo-arbustivo foram contabilizadas e os valores foram utilizados para o cálculo do índice de associação (IA). A média de indíviduos de M. maximus por parcela foi de 8,4±5,38. Ao todo foram amostrados 350 indivíduos de 26 espécies, 26 genêros e 20 familias associadas a exótica invasora estudada. Dentre essas espécies, Cyperus laxus Lam., Centratherum punctatum Cass., Dioscorea glandulosa (Griseb.) Kunth, Ertela trifolia (L.) Kuntze, Ipomoea asarifolia (Desr.) Roem. & Schult., Lantana camara L., Pavonia cancellata (L.) Cav., Spigelia anthelmia L. e Sida cordifolia L. apresentam atributos que as tornam promissoras para a recuperação de ambientes invadidos por M. maximus.


Palavras-chave


Invasão biológica; Capim-colonião; Recuperação de áreas invadidas

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