Open Access Journal
0.5
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SCOPUS
B2
2021-2024
quadriênio
Tecnologias e Estudos Ambientais | Vol. 14 Issue 2 (2026)
Jean Carlos Pérez Parra Lelly María Useche Castro Binnie Patricia Luzardo Gorozabel Julio Cesar Torres Puentes Yulixis Nohemi Cano de Torres
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Published in August 08, 2026
● https://10.66205/rvbma.v14i2.2158
A B S T R A C T
Plastic and microplastic pollution in Ecuador is a growing environmental and public health concern in a country where biodiverse continental and insular ecosystems coexist with weaknesses in waste management and recycling, tourism and fisheries pressure, and transboundary marine debris. This article presents a scoping review of the scientific evidence on this issue, complemented by a documentary analysis of legal, regulatory, and public policy instruments issued between 1976 and 2024. The review followed PRISMA-ScR procedures and included 109 studies, with the aim of mapping environmental occurrence, wildlife and human exposure, and the evolution of the national regulatory framework. Plastic pollution is not limited to coastal or insular areas: it is recorded on beaches, estuaries, wetlands, river systems, Amazonian sediments, high-altitude lakes, glacier snow, wildlife, foods, beverages, and drinking water. The clearest signs of wildlife exposure are ingestion and entanglement, followed by trophic transfer, particles in internal tissues and feces, and alterations in behavior and reproduction. Human exposure is mostly dietary, spanning seafood and canned tuna, milk, honey, and both bottled and drinking water, and extends to chemical migration from polymers and to intravenous solutions. No study included in this review assessed health outcomes in exposed populations or examined inhalation as an exposure route. Although Ecuador has expanded its regulatory framework, considerable gaps persist in source separation, recycling infrastructure, enforcement, and territorial coordination, while methodological heterogeneity limits comparison across studies. Addressing it requires source reduction, environmental monitoring, technological innovation, food-safety controls, inclusive recycling, and stronger governance supported by regional cooperation.
Keywords: Plastic pollution; Microplastics; Waste management; Food safety; Environmental policy.
Poluição por plásticos e microplásticos no Equador: evidências ambientais, exposição humana, lacunas regulatórias e respostas da economia circular
R E S U M O
A poluição por plásticos e microplásticos no Equador é uma preocupação ambiental e de saúde pública crescente em um país onde ecossistemas biodiversos convivem com fragilidades na gestão de resíduos e na reciclagem, pressão turística e pesqueira, e resíduos marinhos transfronteiriços. Apresenta-se uma revisão de escopo da evidência científica, complementada por uma análise documental de instrumentos normativos e de políticas públicas emitidos entre 1976 e 2024. Seguiu os procedimentos PRISMA-ScR e incluiu 109 estudos, para mapear a ocorrência ambiental, a exposição da fauna e de humanos, e a evolução do marco regulatório. A poluição não se limita a áreas costeiras ou insulares: é registrada em praias, estuários, áreas úmidas, sistemas fluviais, sedimentos amazônicos, lagos de altitude elevada e neve glacial. Na fauna predominam a ingestão e o emaranhamento, seguidos de transferência trófica, partículas em tecidos internos e fezes, e alterações comportamentais e reprodutivas. A exposição humana é principalmente alimentar: frutos do mar e atum enlatado, leite, mel e água engarrafada e de abastecimento, estendendo-se à migração química de polímeros e a soluções intravenosas. Nenhum estudo incluído nesta revisão avaliou desfechos de saúde em populações expostas nem examinou a inalação como rota de exposição. Embora o Equador tenha ampliado seu marco regulatório, persistem lacunas na separação na fonte, infraestrutura de reciclagem, fiscalização e coordenação territorial, enquanto a heterogeneidade metodológica limita a comparação entre estudos. Enfrentá-la exige redução na fonte, monitoramento ambiental, inovação tecnológica, segurança dos alimentos, reciclagem inclusiva e uma governança mais forte apoiada pela cooperação regional.
Palavras-Chave: Poluição plástica; Microplásticos; Gestão de resíduos; Segurança dos alimentos; Política ambiental.
Contaminación por plásticos y microplásticos en Ecuador: Evidencia ambiental, exposición humana, brechas normativas y respuestas desde la economía circular
R E S U M E N
La contaminación por plásticos y microplásticos en Ecuador es una preocupación ambiental y de salud pública creciente en un país donde ecosistemas biodiversos conviven con deficiencias en gestión de residuos y reciclaje, presión turística y pesquera, y desechos marinos transfronterizos. Se presenta una revisión de alcance de la evidencia científica, complementada con un análisis documental de instrumentos normativos y de política pública emitidos entre 1976 y 2024. Siguió los procedimientos PRISMA-ScR e incluyó 109 estudios, para mapear la ocurrencia ambiental, la exposición de fauna y humanos, y la evolución del marco normativo. La contaminación no se limita a zonas costeras o insulares: se registra en playas, estuarios, humedales, sistemas fluviales, sedimentos amazónicos, lagos altoandinos y nieve glaciar. En la fauna predominan la ingestión y el enredamiento, seguidos de transferencia trófica, partículas en tejidos internos y heces, y alteraciones conductuales y reproductivas. La exposición humana es principalmente alimentaria: productos marinos y atún enlatado, leche, miel y agua embotellada y de consumo, y se extiende a la migración química de polímeros y a soluciones intravenosas. Ningún estudio incluido en esta revisión evaluó desenlaces en salud en poblaciones expuestas ni examinó la inhalación como ruta de exposición. Aunque Ecuador ha ampliado su marco regulatorio, persisten brechas en separación en origen, infraestructura de reciclaje, fiscalización y coordinación territorial, mientras la heterogeneidad metodológica limita la comparación entre estudios. Enfrentarlo requiere reducción en la fuente, monitoreo ambiental, innovación tecnológica, inocuidad alimentaria, reciclaje inclusivo y una gobernanza más sólida apoyada en la cooperación regional.
Palabras clave: Contaminación plástica; Microplásticos; Gestión de residuos; Inocuidad alimentaria; Política ambiental.

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Copyright (c) 2026 Jean Carlos Pérez Parra, Lelly María Useche Castro, Binnie Patricia Luzardo Gorozabel, Julio Cesar Torres Puentes, Yulixis Nohemi Cano de Torres